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7 Dicas para Organizar e Planejar o Tempo

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Eu não sou nenhuma especialista em organização de tempo, mas visto a quantidade de papéis que concilio no meu dia a dia e o tanto de coisa que faço, acho que até que consigo me organizar bem (estou modesta… kkkkk). Tem também o fato de que gosto do assunto, me interesso em ler e aprender sobre como otimizar o meu dia, sobre técnicas e dicas para conseguir me planejar, focar, produzir mais e melhor.

Então, o post de hoje é com algumas dicas práticas e simples (eu acho simples…rs), que acredito que me ajudam bastante no meu dia a dia. Não é sempre que as coloco em prática, e quando as deixo de lado, me arrependo, porque realmente são hábitos que fazem muita diferença. Com planejamento e organização o dia flui muito melhor!

E não são dicas que servem só para quem trabalha fora, como eu, mas que podem ser usadas por qualquer pessoa, independente da atividade que exerça.

tempo

1. Tire os compromissos da cabeça. Se tem uma coisa que atrapalha muito a produtividade é aquele monte de compromissos e afazeres que ficam martelando nossa cabeça. Tira o foco, você está fazendo uma coisa, logo se lembra de outra que precisa fazer, aí para o que está fazendo, começa aquela outra atividade, quando vê começou mil coisas e não terminou nenhuma. Então, minha dica é tirar os compromissos e afazeres da cabeça. Ande com um bloquinho, use o celular, o tablet, qualquer coisa que funcione para você e, quando lembrar de algo, anote para não esquecer. A não ser que seja algo que precise obrigatoriamente ser feito naquele momento (tipo, desligar o fogo da panela senão vai queimar a comida…rs), anote e deixe para fazer depois. Quando colocamos no papel, anotamos em alguma ferramenta, aquilo sai da mente e não fica te atormentando. Um dos principais problemas de organização é não termos controle de tudo que precisamos fazer, e não é possível confiar 100% em nosso cérebro, em nossa memória.

2. Liste as atividades e não somente os projetos. Se eu pensar que preciso, por exemplo, organizar o piquenique de Halloween, que é algo que está próximo de acontecer, e escrever isso na minha listinha, isso é o meu projeto. Mas existe uma série de atividades que precisam ser feitas para esse projeto ser concluído, e o que eu preciso ter detalhado são essas atividades – buscar inspirações, convidar as pessoas, fazer lista de comes e bebes, dividir tarefas, fazer as compras, executar… essas são as minhas atividades. Muitas vezes, deixamos coisas passarem e precisamos sair correndo para resolver no desespero, porque não detalhamos o que precisamos fazer para um projeto maior acontecer. E isso vale para qualquer coisa. Se seu projeto é ir no mercado, você deveria ter atividades como, checar geladeira e despensa, preparar o cardápio da semana, fazer a lista de compras.

3. Tenha tudo consolidado em um lugar só. Se tem uma lição que aprendi e que me livrou de muitos problemas de perder compromissos é ter uma agenda só, para minha vida pessoal e minha vida profissional. Eu visualizo todos os meus compromissos juntos, e vou organizando meus horários conciliando as duas coisas. Não tem jeito, nossa vida pessoal está totalmente relacionada com a vida profissional, e se quebrarmos os compromissos em duas agendas, a chance de deixar alguma coisa passar é grande. E na minha agenda eu não tenho somente compromissos com horários, mas as tarefas que preciso executar no dia a dia.

4. Segregue as atividades por categoria. As tarefas que preciso executar no dia são divididas em três categorias: ação, acompanhamento, para o futuro. As atividades que exigem uma ação, que precisam que eu faça algo, normalmente vão me tomar mais tempo, e por isso programo um tempo maior para executá-las. Já as tarefas de acompanhamento, listo, por exemplo, meia hora do dia para diversas delas (confirmar consultas, checar se recebi retorno para e-mails…). Já as atividades para o futuro, são aquelas que não existe muita ação de imediato, e aí ela fica na minha listinha, mas não como parte das minhas prioridades. Essa segregação ajuda a dar foco e priorizar o que você, de fato, precisa fazer primeiro. Normalmente, a ordem é começar pelo que exige uma ação, para que depois disso ela entre para a listinha de acompanhamento.

5. Deixe tempo livre para imprevistos. Os imprevistos acontecem, não temos controle total da nossa vida e do nosso dia, então, não podemos ter todas as horas do nosso dia programadas. Isso certamente trará frustração, porque nossas expectativas não serão realistas. Uma ligação inesperada, uma dor de barriga, um congestionamento, vão atrapalhar seus planos. Então, eu costumo deixar, no mínimo, 1h30 por dia livre na minha agenda para imprevistos. Se tudo correr bem, ótimo, consigo adiantar alguma atividade que estava para ser executada mais pra frente. Caso contrário, se alguma surpresa acontecer, você não é pego de calças curtas.

6. Organize sua agenda semanalmente. Quando você tira os compromissos da cabeça, lista tudo que precisa ser feito, sabe que tudo estará consolidado em lugar só, não precisa ficar olhando sua agenda toda hora. Eu costumo organizar minha agenda da semana seguinte sempre às sextas-feiras a tarde. É um dia que funciona pra mim, pois já começo a segunda-feira sabendo como meu dia vai começar. Como eu já vou listando minhas atividades no decorrer dos dias, eu já vou alocando os compromissos e tarefas nas datas que espero realizar as atividades, aí, na sexta-feira é mais uma revisão do que tenho de compromisso, do que preciso preparar para cumprir determinados compromissos (por exemplo, se tenho uma consulta, preciso preparar no dia anterior os exames que preciso levar, se vou levar as crianças para tomar vacina, preciso preparar no dia anterior a mochila e a carteirinha…) e aí eu vou listando essas coisinhas nos buracos da agenda. Não demoro mais que meia hora para fazer isso, e começar a semana tendo o mínimo de controle do que vai acontecer no decorrer dos dias é muito bom.

7. Dê pausas durante o dia. Quando achar que alguma coisa está truncada, que o dia não está andando, pare, respire, vá tomar um café e depois volte. Se ainda assim não conseguir sair do lugar, passe para a próxima atividade. Uma simples pausa pode fazer muita diferença na sua produtividade.

Se planejar é um hábito, e como um hábito, precisa ser desenvolvido. Se você se acha uma pessoa desorganizada e se interessou por essas dicas, eu te diria para não tentar incorporá-las no seu dia a dia de uma vez só. Vai uma por uma. Quando uma delas se tornar hábito, tente incorporar a próxima. Eu aplico técnicas para organização do meu tempo hoje, que há meses ou anos atrás não aplicava porque, de fato, é um aprendizado.

Meu dia não acontece sempre perfeitamente bem, com tudo conforme o planejado. Existem semanas que preciso parar, antes da sexta-feira chegar, e reorganizar minha agenda. Às vezes alguns imprevistos acabam com os melhores dos planejamentos, mas saber que tenho controle do que precisa ser feito, já tira um bom peso das costas.

E vocês, tem alguma dica bacana para organização e planejamento do tempo para compartilhar também?

Beijos – Mari

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Rotina de Sono do Yuri

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Nas minhas andanças lá pelo snapchat (não segue ainda? Vai lá – blogmamiemais) algumas seguidoras me pediram para falar sobre a rotina de sono do Yuri.

dsc_9360Luleco com 7 dias de vida, clicado pela Karim Scharf

Eu tenho certeza que tenho muita sorte, vendo histórias de bebês que não dormem por aí, porque não tive problemas com o sono, pelo menos até agora, com nenhum dos dois aqui em casa. E não sei, talvez também seja uma questão de perspectiva. O que é uma criança que dá trabalho para dormir, que dorme mal ou que dorme bem?

No meu ponto de vista, se a criança pega no sono, em um período de até uma meia hora, acorda uma, duas, até três vezes na noite, mas volta a dormir logo em seguida, seja sozinha (sucesso!), seja você indo lá e colocando a chupeta ou dando uns tapinhas no bumbum, eu considero que ela dorme bem.

Agora, se ela pega no sono sozinha no berço, em uns 10 min, não acorda nenhuma vez na noite, por nenhum motivo, essa criança dorme muito bem. Alguns podem até dizer que essa criança é tipo um ET… kkkkkkkkkkkkkkkkk.

Aí eu vou dizer que eu tive quase um ET, a Nina, que dormia sozinha no berço, quase toda a noite e, quando acordava, coisa que acontecia com pouca frequência, voltava a dormir sozinha ou era só ir lá e se fazer presente que ela já voltava a dormir rápido.

Nina 3 mesesNina, aos 3 meses, clicada pela Karim Scharf também :-)

Já o Yuri, considero uma criança normal, que dorme bem. Ele demora uns 10 – 15 min para dormir, mas não dorme sozinho, só no colo, e acorda de uma a três vezes durante a noite (uma ou duas vezes é o mais comum) e, no geral, volta a dormir rápido. Mas também tem noites, várias por sinal, que vai diretão da hora que dorme até o dia seguinte.

Aí, analisando todo esse cenário, eu acho que essa diferença se dá por conta de como fomos levando as coisas com cada um deles. Com a Nina sempre foi possível fazer aquele ritual de sono lindo, que começava sempre no mesmo horário, todo dia igual, sem ninguém para interromper ou atrapalhar. Aí chega o segundo filho e as coisas dão uma “zoneadinha”.

Hoje, com 1 ano e três meses, o ritual noturno do Luli funciona assim. Por volta das 19h30 – 20h, se tudo correu dentro da rotina “padrão”, com uma soneca mais longa (com duração de 1h30 – 2h) e outra mais curta (uns 40 mnin) durante o dia, essa é a janela de sono noturno dele.

Só que assim, não é sempre que ele demonstra que está com sono nesse horário, e aí que mora o perigo. Se estamos envolvidos em outras coisas e acabamos deixando passar, ou se tem visita em casa, ou se estamos nos divertindo e ignoramos que é hora dele dormir mesmo, ele segue acordado e brincando até que, do nada, entra em crise de nervos. Aí minha gente, o caos está instaurado. Ele fica nervoso, puxa o cabelo, arremessa chupeta, tenta puxar o meu cabelo, se chacoalha no colo, e demora para acalmar, demora para dormir, às vezes mais que o dobro do tempo, o que nos faz desistir, e muitas vezes levar ele de volta para o movimento, para deixar ele se entregar sozinho.

De verdade, para mim, tudo errado! Eu sou defensora da rotina, acredito muito que criança gosta de rotina e é mais tranquila quando sabe a sequencia de acontecimentos e acho que, algumas coisas, a criança não sabe a hora certa para escolher. Tipo a hora de dormir. O adulto está ali para conduzir esse processo. Só que vem a parte de que os adultos, e falando aqui, mais especificamente dos pais, são humanos, ficam cansados, falham, e às vezes querem mandar a rotina lá pro… sei lá, imaginem pra onde. Porque também é chato quando você segue a rotina e as coisas não acontecem conforme deveriam. Enfim… tem dias que tudo zoa mesmo.

Bom, esse cenário “caótico” não é nossa rotina, graças a Deus, mas acontece vez ou outra.

Então, no cenário ideal, que é o que procuramos seguir no nosso dia a dia, no horário da janela de sono, antes do Luli começar a demonstrar cansaço ou irritação, começamos o ritual: trocamos fralda, colocamos pijaminha, damos os remedinhos que, por ventura, ele esteja tomando, escovamos os dentes, fazemos lavagem nasal e aí, apagamos a luz do quarto, fechamos a porta e ele toma a mamadeira no colo, vai chacoalhando o paninho no rosto (seu objeto de conforto, que é o que dá segurança e faz ele associar que é hora de relaxar), quando acaba de mamar pega a chupeta, eu ligo uma musiquinha de ninar que dura 20 min, e ficamos com ele na poltrona do quarto. Ele normalmente dorme antes de acabar a música de ninar.

Nunca acostumei ele a dormir sozinho no berço, porque com dois, no meu caso, esse é o ideal, o mais fácil e a garantia de dar certo mais rápido. Com a Nina eu achava o cúmulooooooo acostumar ela dormir no colo. Como mudamos nossos conceitos né?

Bom, também acostumei ele a dormir mamando no peito, quando amamentava, diferente da Nina, que eu já dava uns “cutuquinhos” quando começava adormecer, com receio dela não dormir de outro jeito que não fosse assim (como mudamos nossos conceitos parte 2), e aí ele dorme mais fácil após mamar, do que dar a mamadeira e depois fazer todo o processo de higiene.

Só que, dependendo do dia, não sei bem o que interfere, é só um barulho mais alto acontecer no corredor do quarto, alguém, conhecido como Nina, a irmã mais velha, entrar no quarto, que o ritual todo pode ir por água abaixo! Ele desperta, começa a cantar, quer dançar, se chacoalha, chora, grita, aponta para a porta querendo sair, tenta descer do colo… aí é preciso muita paciência e determinação para fazer ele relaxar de novo e não desistir do processo, que chega a levar 1 hora, 1 hora e meia. É cansativo, mas quando estamos com o mínimo de disposição, é importante seguir firme, para ele entender que naquele cenário, é hora de dormir e ponto.

O que tenho observado nesses quase 4 anos de maternidade, é que o que funciona para um não funciona para outro, não porque a criança não vai se adaptar, mas porque cada casa funciona de um jeito. Hoje em dia, se eu tentasse aplicar a rotina de sono que aplicava para a Nina com o Luli, certamente estaria louca e estressada. Então, acabei cedendo com algumas coisas e tem funcionado bem!

Lembrei também o fato de que sempre deixamos a Nina reclamar um pouco no berço (reclamar, não chorar, porque não sou a favor disso). O Luli já não, porque se ele abre o berreiro, pode acordar a irmã, e aí acabamos acudindo mais rápido do que acudíamos a Nina, o que não resultou em um bebê que aprendeu a voltar a dormir sozinho. É só ele dar umas resmungadas que já estamos lá dando um chamego para ele voltar a dormir logo.

E mesmo assim, de verdade, acho o saldo super positivo! Na rotina ideal, ele vai dormir por volta das 19h30, reclama uma ou duas vezes, uma antes de todos irmos dormir também, e mais uma de madrugada, adormece logo que devolvemos a chupeta na boca dele, que normalmente é o motivo que o faz acordar, mas sem despertar de vez, e vai até umas 6h da manhã, quando mama e, se colocarmos de volta no berço, volta a dormir.

Acho que o importante, independente do ritual que você faça, é sempre repetir a mesma sequencia e manter um padrão. Porque mesmo que você não siga um horário específico, a sequencia de acontecimentos já vai ajudar muito!

E por aí, como funciona a hora do sono? Para quem tem mais de um filho, também sente que os padrões e rotina mudam?

Beijos – Mari

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Acabou a Licença Maternidade

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Na quarta-feira voltei ao trabalho, depois de sete meses e meio em casa, seis meses de licença maternidade e mais 45 dias de férias.

Contei, há algumas semanas, sobre minhas inseguranças e ansiedades para esse retorno e, a notícia boa, é que foi muito mais tranquilo do que eu poderia imaginar.

O berçário voltou do recesso de final de ano na segunda-feira, então, como eu já tinha comentado, eu teria somente dois dias para fazer uma rápida adaptação que, como em boa parte dos casos, é mais da mãe do que do bebê…rs.

Fiquei no primeiro dia uma hora e meia com o Yuri no berçário (lá os pais podem ficar junto mesmo, não precisam ficar em uma sala separada, e só se a criança começar a chorar muito com a presença dos pais, que eles pedem para se afastar, para ver como vai ser). Chegamos entre a mamadeira após a soneca e o lanche da tarde. O Luli ficou olhando para as pessoas, o ambiente e os bebês com aquele franzido na testa, de quem está reconhecendo e tentando entender o que está acontecendo ao seu redor. Mas, em poucos minutos, já estava pegando os brinquedos e distribuindo sorrisos. Comeu o lanchinho na escola e voltamos para casa. Conversei bastante com a coordenadora, vi que ele ficou bem e saí de lá bem mais tranquila do que entrei.

No segundo dia ficamos um pouco mais. Chegamos logo depois do lanchinho da tarde, ele brincou, comeu o jantar com os amiguinhos, passou pela higiene pós refeição e voltamos para casa. No segundo dia ele já estava bem mais à vontade, já começou a interagir com os amiguinhos na hora da refeição, e saiu de lá todo serelepe.

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Aí chegou o terceiro dia, quando eu não estaria mais acompanhando tudo de perto e voltaria ao trabalho. Deixei tudo pronto no dia anterior, mochila de itens diários, mala com as coisas pessoais que ficam na escolinha, roupinha, lanchinho e jantar que o papai daria quando ele voltasse, já que, como papai está de férias até o final do mês, iria busca-lo após o almoço, para não termos que deixar o Luli, logo de cara, em período integral, o que também deixou meu coração bem mais tranquilo.

Eu tinha a expectativa de conseguir amamentar de manhã, antes de ir para o trabalho, mas não rolou. Só consegui na sexta-feira. As manhãs têm sido bem corridas e ainda estamos buscando a melhor forma de tudo funcionar bem. Mesmo deixando tudo o mais organizado possível, fico meio barata tonta, andando de um lado para o outro meio perdida. Sem contar que vamos realmente saber como essa nova rotina será, quando o papai voltar de férias. Então, quando isso acontecer, eu volto para contar como está nossa rotina e as manobras para darmos conta de dois, trabalho, casa, etc.

Mas voltando ao dia do retorno, acordei 5h30, fui treinar com o personal, que vem aqui em casa, subi ás 7h, papai desceu para treinar, o Luli já tinha tomado a mamadeira, a Nina tinha acordado, deixei os dois prontos para irem para a escolinha, montei as lancheiras, que já estavam com as coisas separadas no dia anterior, tomei banho, me arrumei, e papai chegou.

Descemos todos juntos, até nossa diarista (rs), e papai levou as crianças para a escola e eu fui para o trabalho.

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Fui recepcionada de forma calorosa pelas minhas amigas e colegas, que não via há meses! Já haviam algumas pequenas demandas para eu resolver, as coisas administrativas de acessos, e o dia passou super rápido!

Papai foi o melhor papai e marido que poderia ser e me atualizou com fotos e mensagens sobre tudo que foi rolando, foi no hortifruti, deixou o Luli prontinho e cheiroso para o meu retorno para casa. Na hora do almoço liguei na escola e só recebi boas notícias sobre o Luli, que tinha brincado, estava sorrindo, tinha se alimentado bem, tinha dormido. Não podia ser melhor!

No final do dia busquei a Nina na escola, que estava em uma alegria só e cheguei em casa desesperada para abraçar e amassar muito o meu pequeno. Brinquei com os dois, até dar a hora do Luli dormir, não me lembro o que improvisamos para comer, ajeitei todas as coisas para o dia seguinte, fui dormir mega cansada, mas tranquila e feliz.

E os outros dois dias foram no mesmo esquema e eu só tenho a agradecer, pois sei que sou muito abençoada em ter um bebê tranquilo, que não estranha ninguém, que se adapta facilmente em lugares e com pessoas diferentes, que come bem, que dorme bem, enfim… não posso reclamar de absolutamente nada! Deus me escolheu a dedo para ser mãe do Yuri e poder seguir com minhas escolhas com tranquilidade, e ele é responsável, em grande parte, por isso.

Tem também o fato de que acordar, me arrumar, voltar um pouco mais a atenção para mim, me faz bem. Dirigir podendo ouvir o rádio sem interrupções, comer a comida quente e sem ter que parar na metade do prato, respirar outros ares e falar de outros assuntos, são coisas que o dia a dia, mergulhada nos cuidados com a casa e as crianças, eu não conseguia fazer. E o bom é que batendo a saudade, tem os finais de semana para relembrar… hahahahahahaha.

Vamos ver como as coisas vão caminhar com o passar do tempo. O importante é que já começaram bem. Aliás, muito bem!

Beijos e boa semana!!! Mari