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Como Fazer o Bebê Dormir a Noite toda?

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No post de ontem comentei que o Luli já dorme a noite toda. Mama por volta das 20h e vai até o outro dia, até 5h – 5h30 da manhã. Choveram perguntas e comentários a respeito disso!!!! Todo mundo querendo saber a fórmula mágica… kkkkkkkk. Mas gente, desculpem decepcionar, a verdade é que essa fórmula não existe. Eu acredito que é um conjunto de fatores e que entre eles tem uma boa dose de sorte. Eu fui realmente abençoada, porque a Nina também dormia a noite toda com dois meses, mas, no caso dela, eu precisava acordá-la para mamar, pois ela engordava muito pouco. Com o Luli a benção foi maior ainda, já que ele engorda muito bem e não tem necessidade de acordá-lo.

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Mas, para tentar ajudar as mamães aflitas que ainda acordam durante a madrugada, vou compartilhar como as coisas funcionam por aqui. Só não vale esperar os mesmos resultados ok? Pode ser que aumente o tempo que a criança dorme durante a noite, mas não necessariamente que vai dormir esse tanto de horas que o Luli dorme, já que, a primeira coisa que temos que ter em mente é que se um bebê de poucos meses dorme por umas cinco horas seguidas, já é praticamente uma noite toda! Não é comum um bebê dormir tanto tão pequeno como o Luli. Isso, teoricamente, deveria acontecer só lá pelos quatro, cinco meses, quando o bebê já consegue mamar de forma super eficiente e ter reserva para uma noite de sono tranquila, ou quando inicia a introdução alimentar.

Vamos também deixar claro que eu não sou nenhuma especialista em sono. Só li muito a respeito na gestação e primeiros meses da Nina e fui aprendendo observando e vendo histórias de outras mães. Então, mais uma vez, o objetivo aqui é compartilhar experiências.

Vou listar os fatores que acredito que influenciam nessa noite de sono tranquila para ficar mais fácil.

1. A tranquilidade dos pais e consequentemente a do bebê interfere. Para mim isso não precisa de estudos científicos (rs). Os bebês e crianças são esponjas. Aqui em casa é nítido como o nosso humor interfere no humor das crianças, principalmente no da Nina, que é mais fácil de identificar. Eu considero eu e meu marido bem tranquilos na condução da criação das crianças e acho que somos mesmo, pois as pessoas que convivem conosco sempre nos dizem isso. Você ter segurança no que está fazendo, respirar fundo nos momentos de desespero e caos, parar para raciocinar antes de agir ajuda muito. É fácil? Não, não é fácil!!!! Apesar se sermos tranquilos, obviamente perdemos a paciência em diversos momentos, só que são nesses momentos que as coisas pioram e, graças a Deus, normalmente um está mais equilibrado que o outro e consegue contornar a situação.

2. O cansaço excessivo não fará o bebê dormir bem a noite, como muitos pensam. Isso é um grande mito. Quanto mais cansado o bebê está, mais conturbado o sono dele será. Vocês já repararam que, às vezes, quando estamos muito cansados, deitamos para dormir e não conseguimos desligar? É a mesma coisa que acontece com os bebês. Se eles não descansarem direito durante o dia, certamente não dormirão bem durante a noite. Por isso…

3. Aprenda a interpretar os sinais de cansaço do seu bebê. Normalmente eles dão sinais claros sobre isso. Bocejam, coçam os olhos, começam a ficar incomodados, e quando se perde essa janela do sono, as coisas ficam bem mais complicadas. Por aqui, sempre que possível, porque não é sempre que dá, se eu percebo que o Yuri começa a dar sinais de sono, paro tudo que estou fazendo para confortá-lo e coloca-lo para descansar. Quando identifico o cansaço logo que ele aparece, ele dorme em poucos minutos. Já quando perco essa janelinha, fica bem mais difícil.

4. Dores e desconfortos vão atrapalhar esse processo, não tem jeito. Cólica, refluxo, dificuldade para digestão, dente nascendo, nariz entupido, saltos de desenvolvimento… tudo isso vai interferir no sono do bebê. E aí, é ter paciência, porque não há bebê que vá conseguir dormir bem se não estiver confortável. Então…

5. Coloque o bebê em uma posição confortável para dormir. Por aqui é de bruços. Eu não recomendo isso para ninguém ok? Não é o recomendado, já que existe risco de sufocamento. Eu coloco o Yuri para dormir assim por conta e risco, porque comecei a observá-lo dormindo assim durante o dia e notei que ele vira a cabeça para um lado e para o outro sozinho, já chegou a regurgitar e na mesma hora chora alto quando aconteceu. Ele fica nitidamente mais confortável de bruços e quando a fome vem ele acorda.

6. Coloque o bebê para dormir de barriguinha cheia. O Yuri mama muito bem durante o dia. É nítido que ele mama muito, então, acredito que ele tenha uma ótima reserva para passar a noite dormindo. Mas existe uma técnica que você pode fazer para que o bebê fique mais saciado e durma por mais horas, que a Encantadora de Bebês ensina (foi do livro dela que tirei boa parte do meu aprendizado), que é “encher o tanque”. O método consiste em nas últimas horas do dia você diminuir o intervalo das mamadas para o bebê ficar de barriguinha mais cheia. Não importa muito se ele vai mamar pouco, já que o intervalo será menor, já que cada 10 ml para um bebê já faz muita diferença! Para isso…

7. Estabeleça uma rotina diurna de mamadas. Eu não sou contra a livre demanda, acho que o único problema da livre demanda é quando o bebê passa a querer o peito com um intervalo muito pequeno (eu considero um intervalo pequeno menos de 2 horas entre cada mamada), porque é nele que encontra conforto para qualquer desconforto (rs). Por aqui o intervalo normalmente é de três horas. Nas primeiras semanas eu controlava os horários, logo o Yuri entrou no ritmo e hoje já desperta sozinho para mamar. Porém, em diversas mamadas ele quer mamar com um intervalo de duas horas ou duas horas e meia. Para mim não há problema nenhum, já que essa rotina, é mais uma sequencia de acontecimentos do que um cronograma com horários cravados. De qualquer forma, independentemente desse intervalo de três horas, no final do dia eu reduzo esse intervalo após o banho. Veja os horários (aproximados) no post sobre a rotina do Luli (que já mudou um pouco, como comentei ontem).

8. Crie um ritual do sono. A Nina sempre teve o seu ritual de sono noturno. Tomava banho, luz do quarto bem baixinha, silêncio, e mamava até adormecer no peito. Com o Luli é bem parecido. Só que não tem o banho, pois dou mais cedo para não tumultuar as coisas quando a Nina volta da escola e o silêncio é médio, já que a Nina fala pra caramba, e fala alto! rsrsrsrsrsrs. Mas a mamada é no quarto, com luz apagada, e com menos barulho que durante o dia. Deixo ele mamar e chupetar o peito até dormir profundamente, o que não faço durante o dia. Aí coloco para arrotar e berço. Você pode criar o ritual do sono da forma que quiser. O importante é que exista diferenciação da forma que as coisas acontecem durante o dia.

Perceberam que não é uma fórmula mágica? É um conjunto de fatores e, para quem não está habituado com isso, não tem resultado do dia para a noite. É necessário persistência e muita, muita, muita paciência. Mas eu acredito muito que os resultados compensam qualquer esforço. E se o bebê ainda não dorme a noite toda, depois que você faz tudo isso, certamente o bebê ainda acordará algumas vezes durante a noite. E aí, o que fazer?

Bom, isso vai ser assunto para um próximo post.

Beijos! Mari

 

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Mudanças na Minha Rotina

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DSC_0334Essa foto foi tirada hoje às 6h10, quando sentei para tomar o meu café da manhã, e desde o post que fiz contando sobre a rotina após a chegada do Luli em casa, algumas coisas já mudaram por aqui.

A rotina do Luli está funcionando bem e ele já dorme a noite inteira. Mama por volta das 20h e acorda no dia seguinte entre 5h – 5h30. Não tem mais a mamada na mamadeira que o papai dava por volta das 23h (ele está tomando mamadeira só quando preciso sair e deixar ele com alguém) e depois que ele mama no início da manhã, acorda de novo por volta das 9h.

Aí, se ele fosse o primeiro filho, eu poderia ir dormir super cedo e acordar no dia seguinte super disposta. Mas tem uma #minigente que espera todos os dias ansiosamente o irmão ir dormir para ter um tempo comigo, então, eu tenho ido dormir por volta das 23h, que para uma mãe de recém nascido ainda é sucesso!

Só que ir dormir nesse horário e acordar umas 5h ainda não é suficiente para eu me sentir totalmente descansada, apesar de já ser muito bom!!!! Então, depois que o Luli mamava nesse primeiro horário, eu voltava para a cama e acordava com a Nina, por volta das 8h – 8h30.

E então comecei a me incomodar com isso, porque nesse horário eu estava acordando na pressa para preparar algo para a Nina comer, já que o lanchinho na escolinha é às 8h30 e, acordando nesse horário, ela perde o lanche, o que não me permite fazer um leite super rápido e me obriga a preparar um lanchinho mais caprichado para ela aguentar até o horário do almoço. Aí tenho que arrumar ela correndo, já que se estou em casa ela quer que eu cuide dela e faz muita manha se deixo tudo para o pai (e eu não ligo, porque é um dos poucos momentos que tenho para me dedicar a ela durante a semana), nisso o Luli acorda para mamar, aí ela vai para a escolinha e meu café da manhã fica para trás… tá aí! Quem me acompanha há bastante tempo sabe o quanto o café da manhã é importante para mim. Meu dia não começa se eu não tomo café da manhã e esperar esse tempo todo para conseguir comer estava me deixando irritada.

O dia também não estava rendendo. O Luli é um anjinho, não tenho do que reclamar. Mas pelo fato dele ser muito guloso, mamar rápido e ter o sistema digestivo ainda imaturo, ele regurgita bastante e precisa ficar bastante tempo no colo depois que mama para arrotar e colocar para fora todo o excesso de leite. Tem vezes que o processo entre fralda, mamada, arrotos, regurgitação leva mais de uma hora. Então, depois que ele mama por volta das 9h – 9h30, quando vejo já é quase a hora do almoço! Além disso, ele tem passado bastante tempo acordado durante o dia, e aí você acaba fazendo as coisas picadas para ver porque resmungou, dar um colo, um cheirinho, um carinho, ficar admirando os barulhinhos, caras e bocas. Sem contar os dias que ele está mais faminto e não aguenta o intervalo de 3h entre uma mamada e outra. Quem é mãe sabe como é né? rsrsrsrsrsrs

Aí a manhã acaba e eu não tomei banho, nem ao menos escovei os dentes, não cuidei das minhas coisas pessoais, não fiz nada! Por conta de já começar o dia meio tumultuado, não estava conseguindo também deixar o jantar pronto antes da Nina chegar da escolinha com meu marido e tem noites que um mini caos acontece, porque a Nina faz birra para tomar banho com o pai, já que o banho com ela não estou conseguindo mais tomar também por conta do jantar estar atrasado, as panelas estão no fogo, o Luli começa a resmungar e às vezes chorar forte porque fica cansado e quer mamar para dormir. E no meio disso tudo, acabamos indo jantar tarde, a Nina vai dormir tarde, pois não é possível colocar ela na cama antes, e as coisas vão virando uma bola de neve. Tenho certeza que tem um monte de gente que se identifica… aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Socorro!!!! Eu não consigo levar minha vida assim gente, me incomoda muito!

Então, hoje começo a tentar uma nova rotina para o meu dia. Hoje o Luli acordou 5h15, mamou e voltou a dormir. Às 5h50 eu estava liberada (normalmente nessa mamada ele dorme mamando e não fica incomodado com arrotos ou leites parados) e comecei o meu dia. E estou aproveitando esse período, até a Nina e o Luli acordarem, de absoluto silêncio e calmaria na casa para escrever e ainda vai me sobrar tempo para começar a organizar minha vida. Até canjica na panela de pressão já tem! E ainda não são nem 7h da manhã.

Acho que essa mudança vai me fazer bem, pois sou uma pessoa totalmente diurna, produzo muito no período da manhã e, nos dias em que for possível, e eu de verdade acredito que terão muitos desses dias, eu aproveito alguma sonequinha do Luli para descansar um pouco também.

E vamos tentando que uma hora tudo entra nos eixos.

Beijos e uma ótima semana!!!! Mari

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A Rotina de Uma Mãe de Dois com um Recém Nascido em Casa

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Uma das minhas principais ansiedades antes do nascimento do Yuri era a expectativa de como seriam as coisas em casa com dois. Havíamos preparado a Nina, conversado bastante, mas o comportamento dela com a chegada do irmão era uma surpresa! Ela poderia ser super carinhosa, como poderia ficar agressiva, manhosa, birrenta, regredir… enfim. Não tinha como saber.

Também sempre ouvimos dizer que quando o primeiro filho é calmo, o segundo é completamente diferente e vice-versa. Então, eu tinha um certo receio de como seria o temperamento do Yuri, já que a Nina foi um bebê extremamente calmo e fácil de cuidar. E o que sempre ouvimos sobre a fome de meninos. Meu Deus, eu confesso que já estava preparada psicologicamente para, se necessário, complementar a amamentação com fórmula.

No fim das contas a Nina se demonstrou uma filha maravilhosa (como sempre foi), uma criança totalmente equilibrada e segura, uma irmã mais velha nota 1.000!!!! (farei um post só sobre esse assunto). É claro que existem momentos de mal criação, de birra, de querer chamar atenção, mas não é nada que aumentou com a chegada do Luli. Acredito eu que estes episódios estão mais relacionados com a idade dela do que com a chegada do irmão.

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Segundo dia de vida do Yuri, primeira vez que a Nina pôde beijá-lo, abraça-lo, segura-lo no colo. Foi lindo, muito emocionante. Foram cenas que sempre sonhei para minha vida.

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Yuri com 17 dias e meus dois tesouros prontos para o arraiá da escolinha da Nina.

O Luli não tem nem o que falar. É um anjo desde o dia que nasceu. Chora raramente, tem bastante gases, mas não tem cólica, e isso gera um desconforto nele, mas longe de choros enlouquecedores. Ele mama com intervalos regulares, dorme por horas seguidas… enfim, é o sonho de qualquer mãe!

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No dia do meu aniversário, Yuri com 18 dias. O melhor presente que eu poderia ganhar.

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Recebendo chamegos da vovó.

Desde a chegada do nosso caçulinha, passamos por diversos ajustes em nossa rotina, até achar o que é ideal para nós, que não significa que será imutável. Quando eu sentir necessidade, ajusto as coisas de novo. Não tem fórmula, não significa que funciona para qualquer família. O que farei aqui é compartilhar minha experiência com vocês, como faço sempre.

O Yuri nasceu na terça-feira, chegamos em casa na sexta-feira, e meus pais ficaram por aqui até domingo. Na semana seguinte o meu marido ficou em casa de licença paternidade, minha recuperação da cesárea foi excelente, e eles puderam voltar para o interior, para retornarem nos finais de semana.

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A mãe que sou hoje é reflexo do que eles foram e são para mim! Não tem como descrever em palavras o amor que tenho pelos meus pais!

Apesar de poucos dias, esse período com meus pais aqui em casa foi ótimo para eu conseguir entender um pouco do que estava acontecendo na minha vida. A semana seguinte, com meu marido em casa, foi bom também para dividirmos algumas tarefas e o papai começar a se inteirar da vidinha do Luli, sem a presença da Nina, já que ela fica na escolinha em período integral.

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Olha a cara do Luli de quem melou todo o trocador de cocô e está se fazendo de desentendido na cama da irmã enquanto eu limpava a meleca…rsrsrsrsrsrs

Mas, foi na segunda semana em casa, com a Nina na escolinha, o papai de volta ao trabalho e eu sozinha com o pituco que a nova vida começou de verdade, do jeito que seria nos próximos meses.

Durante a semana estou tendo ajuda de uma diarista que me ajuda em uma semana dois dias e na outra três dias. Na semana que ela vem três dias é uma maravilha! Eu só me preocupo com o Luli e a comida. Dou uma forcinha para ela arrumando as camas, colocando louça na máquina, recolhendo a bagunça, porque acumula muita roupa para lavar e passar e as coisas do Yuri não estou mandando para passar na lavanderia (mandei uma vez mas não gostei do jeito que voltou… tudo dobrado de um jeito que acabou amassando… sou chata mesmo…rs). Na semana que ela vem duas vezes eu acabo precisando colocar uma roupa para lavar, recolher roupa, e a casa fica máomenos, sabe como é? rs.

Aos finais de semana que fica mais punk, porque aí a Nina está em casa o dia todo, quer atenção e eu tenho que me desdobrar para dar atenção para ela, cuidar do Yuri, preparar alguma coisa para comermos, receber visitas…enfim. Meu marido, familiares e amigos acabam ajudando muito! Mas o peso maior sobra pra mim, a cobrança como mãe é minha né? Faz parte. Nos finais de semana eu acabo chorando, ficando mais sensível, irritada, descontando no marido. Mas paciência. Sou humana, fico cansada, não sou super mulher (e nem quero ser), e essa fase de privação de sono, que acredito ser o mais difícil nesses meses iniciais com um bebê em casa, vai passar. O bom é que como mãe de segunda viagem você tem certeza que passa.

Quando a Nina era bebê, a rotina dela era beeeeeem rígida! Demorou para eu relaxar e desencanar de algumas coisas, já falei sobre isso aqui no blog.

Com o Yuri as coisas estão bem diferentes! Muito mais “lights”, sem pressão, sem cobrança, e tudo tem dado certo. Ele tem uma rotina sim, mas aquela rigidez de horários, aquela escravidão da rotina não existe mais por aqui. Os horários que vou colocar para vocês são horários médios. Tem variação de meia hora, uma hora, até uma hora e meia, dependendo do dia. Tem dia que o Luli está mais “mamão” e mama com intervalo de duas horas, tem dias que tá mais dorminhoco e mama com intervalo de 3 horas e meia. Nas duas primeiras semanas eu segui horários direitinho, e logo, assim como a Nina, ele virou um reloginho e agora não controlo mais na unha.

Então, nosso dia é basicamente assim:

6h30 – Troco a fralda, amamento e coloco ele de volta para dormir no berço. Com a Nina eu trocava a fralda depois que ela mamava. Com o Luli não funciona. Ele é muito preguiçoso e se eu faço isso ele mama uns cinco minutos, desmaia, e aí quer mamar em um intervalo muito curto de tempo de novo. Então troco a fralda antes dele mamar e se ele faz cocô, troco a fralda depois que ele mama de novo. Aí volto para minha cama.

Entre 7h30 – 8h00 – A Nina acorda. Nisso consegui tirar uma sonequinha de 30min a 1 hora. Levanto com ela, acordamos o papai e, juntos, vamos nos dividindo entre colocar para fazer xixi, dar o leite, preparar para ir para a escolinha, tomarmos café da manhã.

8h30 – Papai leva a Nina para a escolinha

9h30 – Troco a fralda, amamento e normalmente, após essa mamada, o Luli fica acordado até a próxima.

10h30 – Preparo o almoço (se não sobrou comida do jantar do dia anterior)

Entre 11h30 – 12h – Almoço

12h30 – Troco a fralda, amamento. Tem dias que ele dorme até a próxima mamada, tem dias que dorme uma hora, tem dias que não dorme quase nada…rs.

15h30 – Troco a fralda, amamento e ele dorme.

Entre 16h30 – 17h – Dou banho. Escolhi esse horário porque depois que a Nina chega em casa o banho fica muito tumultuado (com ela o banho era parte do ritual da hora de dormir, com o Luli o ritual é bem meia boca, mas tem…rs). No início estava dando o banho meia hora antes da próxima mamada, mas o Luli ficava muito agitado porque acho que a fome começava apertar. Aí antecipei o banho para dar um intervalo menor para a próxima mamada e tem dado super certo. Ele fica super relaxado, passa o banho até esboçando sorrisinhos.

17h30 – Amamento e ele desmaia!

18h30 – Se não fiz almoço, preparo o jantar.

Entre 18h30 – 19h – Papai chega com a Nina da escolinha, dou um lanchinho ou comida, e vou tomar banho com ela. É nosso momento juntas. Jantamos juntos.

Entre 20h – 20h30 – Troco fralda, amamento, papai fica com a Nina, e às vezes ela fica pendurada em mim e no Luli enquanto ele mama (rs), coloco ele no berço. O ritual é basicamente mamar no escuro, com a casa já mais em silêncio (a Nina tem entendido melhor e ficado mais calma nesse horário… nos primeiros dias parecia que ela ligava no 220 quando eu ia dar essa mamada), e ir para o berço.

Entre 21h – 21h30 – Papai coloca a Nina para dormir e eu tiro leite com a bomba elétrica.

Entre 21h30 – 22h – Vou dormir.

Entre 23h – 23h30 – Papai troca a fralda e dá a mamadeira com o leite que tirei.

Entre 3h – 4h – Luli acorda para mamar. Como papai deu a mamadeira das 23h, eu vou dormir umas 22h e acordo só para essa mamada. Ajuda muitoooooooooooooooooooooo!

Começa tudo de novo (rs).

Nos intervalos da mamada, como ele é muito bonzinho, mesmo que ele esteja acordado eu consigo tomar banho, escrever aqui para vocês, nos finais de semana brincar com a Nina, dormir um pouco. E assim têm sido os nossos dias. Tem funcionado super bem! Claro que eu meu marido estamos cansados, os dois compartilham de sono e olheiras (rs), mas sabemos que essa rotina mais puxada logo muda e o cansaço vai ser por outros motivos.

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Aproveitando um tempo com a Mini Gente enquanto o pituco dorme.

Bom gente, o post ficou gigante! É muito assunto que um recém nascido em casa gera para um blog materno, então, para me ajudarem, me digam sobre o que querem ler. Vai ser ótimo poder fazer algo mais direcionado.

Super beijo – Mari