Maternidade: Como identificar e Tratar o Baby Blues

Pessoal, segue pauta que recebi da Weleda, de um tema que acho muito pertinente e importante de ser abordado em nosso espaço!

Estimativas apontam que 85% das mulheres passam por um estado de tristeza transitório que dura até 15 dias após o nascimento do bebê

Imagem Pixabay

 A chegada de um filho cria um verdadeiro turbilhão de emoções na vida da mulher. Embora seja um momento sublime, os hormônios, os cuidados com o bebê, as mudanças de rotina, a preocupação com a amamentação e a privação de sono – comuns no puerpério – levam 85% das mães a sentirem uma tristeza transitória que pode causar irritação, alterações de humor, ansiedade, choro fácil e mudanças de apetite. Esse estado é chamado de blues puerperal, ou baby blues, e dura até 15 dias após o parto. O apoio da família e a participação do companheiro(a) são essenciais para que a mulher passe por esse momento que, em alguns casos, pode evoluir para a depressão pós-parto. Além disso, o suporte adequado no pré-natal é importante para que haja serenidade para lidar com a situação.

Segundo a médica ginecologista com ampliação pela antroposofia, Patricia Oliveira, atitudes como conectar-se com a gravidez, viver o período, e elaborar as alterações gestacionais como necessárias ao desenvolvimento de uma nova vida são essenciais durante os meses que antecedem o nascimento do bebê. Ela destaca também a importância do parceiro(a). “É fundamental apoiar a mãe no parto e no puerpério como participante ativo na criação do bebê e não apenas como espectador. Acompanhar a mulher sempre que possível, com respeito e sem pressão, é fundamental. Vale lembrar que o vínculo se inicia assim que começa a consciência da nova fase, e esse momento é único na vida de cada indivíduo. Pais, avós, tios e irmãos, todos devem receber essa criança desde a gravidez”, afirma. 

Patricia explica que como a causa do blues puerperal não é muito bem definida, todas as mulheres são consideradas como pré-dispostas a desenvolver o quadro. “Percebemos que pessoas com complicações na gravidez e parto, com perda de sangue aumentada e com dificuldades no aleitamento apresentam o blues com mais frequência”, comenta a ginecologista. 

A médica alerta que alterações nos hábitos da mãe podem ser uma característica desse estado de tristeza temporário. “Vontade de chorar sem motivos aparentes e não conseguir dormir ou comer como antes da gestação são alguns dos pontos que podem ser observados nessa fase”, diz. Os sintomas persistentes por mais de duas semanas após o parto, associados com a incapacidade de cuidar do bebê, caracterizam o quadro de depressão pós-parto – doença que pode se manifestar em até um ano após o nascimento do bebê. Estima-se que até 25% das mães brasileiras sofram com o problema. 

Além do apoio à puérpera, uma forma de minimizar os efeitos do baby blues é por meio da adoção de práticas integrativas “A medicina complementar tem se demonstrado como uma ferramenta muito eficaz tanto na gravidez como no pós-parto, uma vez que trabalha o suporte contínuo com medicamentos naturais isentos de contra-indicações, como por exemplo, os da Weleda, e com terapias adicionais. Esse tratamento holístico oferece uma nova consciência na adaptação ao momento, possibilitando que a mulher desenvolva o enfrentamento necessário para o início dessa nova fase em sua vida”, finaliza Patricia Oliveira. 

 

Sobre a Weleda

A Weleda, marca suíça reconhecida em todo o mundo pela qualidade de seus produtos, é pioneira e líder mundial há mais de 90 anos no desenvolvimento de medicamentos e cosméticos com ingredientes naturais, não testados em animais. A empresa é detentora do Natrue, selo independente que autentica os verdadeiros cosméticos naturais, é membro da UEBT (Union for Ethical Biotrade) e, no Brasil, recebeu a certificação biodinâmica pelo IBD (única certificadora brasileira filiada à Demeter International) de seu cultivo de plantas medicinais em São Roque. Estar “em harmonia com o ser humano e a natureza” é o que a empresa vive e aplica desde sua fundação em 1921. Sediada na Suíça, presente em mais de 50 países e desde 1959 no Brasil, a Weleda conta com distribuição de seus produtos na rede de farmácias Weleda em diversas cidades brasileiras – sendo sete em São Paulo, além de farmácias no Rio de Janeiro, Distrito Federal, em Minas Gerais, no Paraná, em Santa Catarina e Sergipe, na sua loja on-line, nas principais farmácias homeopáticas e em grandes redes de drogarias do país.

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