5 Frases que as Mães não gostam de ouvir

É comum que, como seres humanos, algumas coisas não soem bem aos nossos ouvidos. E quando nos tornamos mães, existem situações pelas quais TODAS passam, passaram ou passarão, que resultam em frases bem desagradáveis. Algumas reagem, outras abstraem, outras se remoem por dentro. Mas é fato, independente da reação a algumas coisas que ouvimos, são palavras que não nos fazem bem. Hoje listei 5, e vocês podem me ajudar com outras nos comentários para um post com uma nova rodada.

1. Ai que menino(a) chato(a), birrento(a), sem educação!

Eu DETESTO rótulos! Acho que não tem criança isso ou aquilo, tem criança passando por momentos de nervoso, de cansaço, de frustração que, naquele determinado momento, pode tornar o comportamento exagerado. Aí que você está fora do ambiente da sua casa, a criança está cansada, não dormiu, não comeu direito e para muitos, sem motivo, inicia uma crise de choro e gritos! Rapidamente as pessoas ao redor vêm tentar ajudar, a criança não aceita ajuda. Pode empurrar, gritar mais, se agarrar no pescoço da mãe, ficar mais irritada do que já estava… e aí vem, como se a criança fosse uma ingrata, como se em 100% do dia estivesse naquele estado de humor, a “revolta”, no geral de um adulto: ai que menino chato! ai que menino birrento! ai que menino sem educação!

Perai né? Além da mãe ter que lidar com aquele estado, tem ainda que ouvir esse tipo de comentário? Muitas vezes é o que a mãe está pensando naquele momento, ela também pode estar nervosa e achando que o filho é, ou pelo menos está naquele momento, sendo exatamente isso. Mas aí ter que ficar atormentando o psicológico com esses comentários totalmente desnecessários? É bem desagradável.

2. Ah que eu já dava umas chineladas!

Eu não dou e nunca dei chineladas e nem tapinhas nos meus filhos. Essa é a minha forma de educar. Não acho necessário e não preciso que ninguém me diga o que faria em momentos que os meus filhos estão precisando de algum tipo de “correção”. Chinelada dá vontade de dar em quem solta uma dessas…rs.

3. A mãe da amiga da prima da vizinha da minha tia faz assim…

Assim como eu não quero que ninguém me diga que já daria umas chineladas, se eu não estou perguntando, se não é pauta da roda de conversa como um outro outro faz isso ou aquilo, eu não preciso saber como outras mães agem. Não me importa se a fulana dá doce, dá fritura, dá refrigerante. Eu não dou! Não me importa se a fulana deixa assistir o programa XYZ, eu não deixo! Não me importa se a fulana deixa mexer no celular, eu não deixo! Trocar experiências é uma coisa, querer te convencer de agir contra o que você acredita, principalmente em situações de estresse, é outra.

4. Nossa, coitado(a), não tem necessidade de fazer isso.

Aí que você se coloca, impõe sua autoridade, porque tem momentos em que não tem como esperar chegar em casa, a repressão tem que ser feita na hora, no momento em que o excesso aconteceu. E aí alguém vem tirar sua autoridade com um: nossa tadinho! ai, não precisa fazer isso, vem cá queridinho! ah já passou já passou já passou, vem cá meu amor!

Gente, por mais inadequado que possa parecer o comportamento de uma mãe ou de um pai em relação ao seu filho, não interfira, especialmente na frente da criança. Eu presencio muitas cenas de pais educando filhos em público que não concordo, que acho exageradas, mas nem por isso vou me entrometer, vou desautorizar os pais na frente da criança. Ao invés de ajudar, só piora a situação.

5. Nossa, não pode falar nada!

Daí que quando você está com a paciência mais curta e reage a comentários como os listados acima, decide falar, argumentar, mostrar que não gostou, que quer que sua forma de educar e agir com seus filhos seja respeitada. Pronto! Mal educada, ingrata, grossa, não pode falar nada pra ela que se ofende.

Será que não pode falar nada mesmo? Ou será que o que foi falado deu aquela passadinha do limite?

Principalmente em relações familiares, essas são situações bem difíceis de lidar e conduzir. Porque ninguém tem a intenção de chatear ninguém, mas isso acontece com certa frequência. Com o tempo, eu fui aprendendo a escolher as batalhas que iria travar. Com a Nina entrava muito em conflito, com o Luli acho que consigo respirar e não corresponder a tudo que não me agrada, porque coisas que faço também não agrada todo mundo.

Acho que, fora da situação, em momentos em que todo mundo está bem, sempre cabe uma conversa amigável e aberta, para todos os lados exporem seus sentimentos e pontos de vista.

Mas uma coisa é fato, mãe é leoa, mãe vira bicho quando sua cria está envolvida no cenário, então, vale dar aquela respirada antes de soltar o verbo…rs.

Beijos – Mari

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