Parque da Mônica

Na última sexta-feira fui com a Nina no Parque da Mônica. Fazia meses que queria conhecer o Parque, mas, a logística com o Luli ainda não tinha permitido. Como agora ele só está mamando no peito de manhã e a noite (tema para outro post), ele ficou com o papai em casa e fizemos um passeio de meninas. Não tirei quase fotos, pois a ideia era realmente passar o dia dedicada à Nina. Mas na internet vocês encontram facilmente imagens do local.

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Nina fazendo graça na casa da Mônica

O Parque fica no Shopping SP Market, na Av. das Nações Unidas, um local de fácil acesso, com estacionamento coberto.

Chegamos logo que o parque abriu, às 11h, e estava super tranquilo. Pudemos aproveitar o dia todo com tranquilidade, sem esperar muito tempo nas filas (não dava nem 10 min de espera nas atrações mais concorridas), mas acredito que aos finais de semana o local deve ter mais gente.

Saímos de lá às 17h30 e só não fomos nas atrações que a Nina e a amiguinha dela não quiseram. Então, se o parque não está muito cheio, um dia é suficiente para aproveitar bem.

O parque é lindo, lúdico e tem uma estrutura excelente para quem vai com bebês (espaço família, cadeirões, carrinhos). A Nina adorou, e isso é o mais importante e já faz o passeio valer a pena.

Durante o dia todo tem sessão de fotos com os personagens em locais pré determinados que são disponibilizados na programação do parque.

O parque é pequeno, então eu não fiquei destruída de ficar andando o dia todo, além de ter ar condicionado, diferente de ficar torrando um dia inteiro debaixo do sol…rs.

Em função do parque ser pequeno, não tem um número muito grande de atrações e, por conta disso, acho o custo x benefício ruim. O ingresso individual custa R$ 139,00, mas na compra de mais de um ingresso você pode comprar os pacotes e sai mais barato. Bebês menores de 1 ano não pagam.

As atrações mais diferentes são a montanha russa (não tem quedas) e o “splash” (aquele carrinho que cai na água, o nome da atração é Horacic Park). As demais atrações são mais lúdicas do que diferentes (carrinho de bate bate, carrossel, roda gigante, cenários – casa da Monica, do Cebolinha, cozinha da Magali, ateliê da Marina…), que no fim das contas, é algo que as crianças adoram não é? Viver um mundo de fantasias.

Agora, o ponto alto são os shows que acontecem no palco principal e no teatro. Super bem produzidos, animados, e curtos (20 minutos), o que não torna o espetáculo cansativo. A Nina ficou encantada! E eu também fiquei…rs.

Muita gente pergunta sobre a idade e altura ideal para aproveitar bem. A Nina deve estar com quase 1 metro e podia ir em todos os brinquedos. A partir de 0,90 cm somente a escalada do Piteco que não é liberada. Aí parte das atrações a criança tem que ir acompanhada de um responsável e em outras adulto não entra. Mas, o que acontece, é que na idade da Nina, a criança cisma com uma coisa e quer ficar indo mil vezes na mesma atração. Então, o que ela mais gostou foi a Pescaria do Chico Bento, que são uns peixinhos que a criança vai sentada e o brinquedo fica rodando e, acreditem, o parquinho, que é um parquinho comum, com brinquedos plásticos, que tem em qualquer lugar…rs. Mas, para a Nina, era o parquinho da Mônica, então, já tinha um encanto e era mais divertido que qualquer outro parquinho.

Sobre a alimentação, esse ponto achei que deixou bastante a desejar. Existem opções, mas muita fritura, doce, industrializados. O mais bacaninha é a Frutaria da Magali, onde tem algumas opções de frutas frescas.

Você pode sair do parque para comer no shopping e voltar, mas, quando sugeri para a Nina ela ficou super brava, não queria sair de lá de dentro de jeito nenhum.

Como eu não sabia o que encontraríamos, levei lanchinho e foi ótimo! Quase tudo que está na foto foi consumido por ela e pela amiguinha, que também levou sanduichinhos de queijo com peito de peru. Levei também água de coco fresquinha e tomamos tudo. No fim ficamos só no lanchinho durante o dia, compramos uma pipoca para as meninas, comemos cachorro quente (é só o pão com a salsicha) e sanduíche natural, e quando cheguei em casa fiz uma comidinha fresca.

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Então, em resumo, a minha conclusão é que, se for possível ir em um dia de movimento menor, e se a criança tiver mais que 0.90 cm, vale a pena a visita ao parque sim. Imagino que em dias com o parque mais cheio, deve ser estressante gerenciar o ânimo das crianças na fila e aí não dá tempo de conhecer e aproveitar todas as atrações, pois tem o tempo de parar para comer, de ir ao banheiro, os shows, as filas… e aí pagar o valor do ingresso para não aproveitar tudo, considerando que o parque é pequeno, ou ter que aproveitar algumas atrações “na correria”, pode ser um pouco frustrante.

Para quem já foi ao parque, deixe suas impressões nos comentários para ajudar quem ainda não foi.

Beijos – Mari

 

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