Coluna da Cari: “A maternidade me virou do avesso, só não imaginava que o avesso era minha forma certa”

Hola mamis!!

Faz um tempinho que não passo por aqui, mas vocês vão entender o porquê hehehe.

Pode parecer que nós três, eu, Mari e Neima combinamos. Juro para vocês que não, mas eu também sou uma Mami e Mais grávida!!! Simmmm!!! Agora estou com 13 semanas e curtindo cada minuto, inclusive, os terríveis enjoos matinais…passei muito mal até aqui e estou contando os dias para me livrar dos mal-estares e só curtir o barrigão crescer :-).

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O texto de hoje é para, além de contar essa novidade para vocês, desabafar sobre um tema que imagino ter muita mamãe sofrendo por aí também, o preconceito por ser uma mãe (agora de 3) jovem.

Eu sempre falava que queria ser mãe logo, aos 21 anos tive minha primeira filha, a Julia, e aos 24 a Johanna. Por mais que a vontade sempre tenha existido dentro de mim, só pude dimensionar isso quando passei a tê-las na minha vida. Após o nascimento de cada uma é que pude verdadeiramente e cada vez mais enxergar minha verdadeira vocação: ser mãe. Sim, muita gente pode ser boa em muita coisa, e mesmo antes de me tornar mãe eu era boa em muitas outras coisas, mas hoje eu vejo claramente que o que eu sei fazer melhor e o que faço com o maior prazer e dedicação é isso: cuidar da minha família.

Quando a Julia ainda era filha única recebia vários olhares de puro preconceito mesmo, como que dizendo, “ihhh essa dai engravidou jovem, acabou com a vida”, como que se hoje em dia só houvesse um caminho certo, ou seja, seguir o protocolo imposto: faculdade, emprego, ganhar muito dinheiro, casar e filhos só depois dos 30. Sem paranoias, acho que cada um traça a vida como quer e fazendo suas escolhas. Eu fiz as minhas e não me arrependo de nenhuma delas, assim como sei que quem seguiu esse caminho aí de cima também deve ser muito feliz, mas no meu caso casei cedo, fui mãe cedo, de 3 agora…e antes dos 30 sim, e muito, extremamente feliz com tudo isso.

Outro dia li uma frase que dizia assim: “a maternidade me virou do avesso, só não imaginava que o avesso era minha forma certa”. E hoje eu sinto exatamente isso, por mais que alguns possam pensar o contrário.

Obviamente a vida de mãe não é e nunca vai ser um mar de rosas. As mães se estressam sim, e muito, e às vezes vivem e passam o dia estressadas, mas isso não significa que não somos gigantescamente felizes por viver nesse caos, que cá entre nós dura tão pouco e passa tão rápido…elas crescem e depois já não precisam da gente para quase nada…pena que quem vê de fora pensa que nada daquilo faz sentido…ahhh se soubessem…

Enfim mamis, é isso ai…agora somos uma família de 5 integrantes : ) semana que vem fico sabendo o sexo e dai conto pra vocês se seremos a casa das 4 mulheres ou se vem um baby boy para equilibrar o time.

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Beijinhos – Cari

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1 comentário

  1. Neima comentou:

    Carina, adorei o título do post!
    Parabéns pelo baby e pela família linda que vcs estão construindo!!! Um bebê sempre dá uma renovada nos ânimos, principalmente no da mãe – temos tantos papeis acumulados (mulher, esposa, professional etc. etc.), e o de mãe, apesar de ser o mais cansativo, é o que mais nos renova!!
    Que o ano comece com o pé direito para todas nós:)))
    Bjs carinhosos!!