A Experiência de Viajar sem os Filhos

Minhas férias acabaram, o sol ficou lá em Fernando de Noronha, o calor também, e estou de volta à minha rotina e ao lado da minha pequena.

Quem me acompanha no Instagram (@blog_mamiemais) sabe que passei dez dias viajando com o marido e os pais dele, e o destino foi Fernando de Noronha.

Desde que a Nina nasceu eu nunca tinha parado para pensar e planejar uma viagem sem ela. Eu e meu marido sempre pensamos que essa fase dela vai passar muito rápido e que não precisamos tentar fazer tudo o que fazíamos antes dela chegar enquanto ela ainda é tão pequena, já que logo a nossa companhia não vai ser mais tão agradável para ela e ainda teremos muito tempo para nos curtir.

Mas a vontade de ter um segundo filho (e o tempo a dois ser cada vez mais escasso), somada ao fato de desde a lua de mel não termos mais mergulhado, um gosto meu, mas um prazer muito grande para meu marido, mais a comemoração de dez anos juntos no mês que vem nos motivou a fazer nossa primeira viagem sem ela. Vendo mães pelas redes sociais fazendo isso e relatando a maravilhosa experiência, fui me animando e tomando coragem. Porém, uma viagem de, a princípio, 7 dias que aconteceria em Novembro, se tornou uma viagem de 10 dias já em Setembro. Encontramos passagens por preços muito melhores, os dois conseguiriam remanejar as férias e tudo mudou. Tivemos um mês para fechar tudo e os dias passaram muito rápido! Não deu tempo de pensar em muita coisa.

Planejar a viagem foi uma delícia, mas a véspera foi sofrida. A Nina saiu para passear com os avós e eu chorei muito vendo suas coisas, seu quartinho e me imaginando tantos dias longe dela. Mas passou. Eu não fiquei falando do assunto ou criando ansiedade e expectativa nela, mas na véspera conversei dizendo que papai e mamãe iriam viajar de avião igual a Kaká (uma amiguinha da escola) e que ela ficaria com a vovó, mas que logo voltaríamos. Ela olhou para mim e disse: a mamãe não vai, a mamãe vai ficar aqui!

Meu coração partiu!!!!! Eu juro que não sabia se era manha ou se era um sentimento do coraçãozinho dela mesmo. Acho que era a segunda opção.

Nessa noite ela ficou muito agitada, demorou para dormir e compartilhamos a cama com ela. Acordamos no dia seguinte de madrugada, coloquei ela na cama da vovó e saímos.

A saída foi bem mais tranquila do que imaginei. O coração apertou, mas quando falei com minha mãe no telefone antes de embarcar, ela disse que a Nina só havia dito que mamãe e papai não estavam em casa e pronto. Ufa! Fiquei mais tranquila.

Meus pais moram no interior e minha mãe veio para SP, enquanto meu pai ficou cuidando das coisas deles em Bragança. Minha mãe estaria literalmente sozinha com a Nina e meu pai viria só no final de semana. Imaginei que minha mãe ficaria muito cansada, porque se eu que sou mãe não dou conta, imaginem a avó!!!! Principalmente porque a convivência com os meus pais é nos finais de semana, onde eu sou responsável por todos os cuidados, broncas e rotina da Nina. Ter a responsabilidade integral pela neta seria algo novo.

Minha mãe esperou muito pelo momento em ter a Nina por uns dias só para ela e por isso eu não quis ser a “louca”, “chata”, “neurótica” e deixar muitas regras para os dias em que eu estaria fora. Deixei orientações básicas e sabia que a Nina seria muito bem cuidada, mesmo que não fosse do meu jeito.

Minha mãe disse que não a levaria na escola e eu disse que achava que ela teria que levar, pois não seria fácil ficar com ela dez dias durante o dia todo. No dia em que viajamos minha mãe foi levar a pequena na escolinha e ela armou um escândalo. Não quis ficar e minha mãe a levou embora. Pronto. Isso foi em uma terça-feira e ela ficou sem ir para a escola até a sexta.

Até então as coisas estavam indo bem, quando chegou um resfriado e a Nina passou a dormir mal e comer mal. Eu ainda assim não estava preocupada, pois tudo que minha mãe relatava sobre seu comportamento eram coisas típicas que aconteciam quando eu estava com ela também.

Chegou sábado no final do dia e liguei para saber como as coisas estavam. Minha mãe estava muito nervosa, abalada emocionalmente dizendo que não tinha mais condições de ficar com a Nina, que ela estava esgotava, que a Nina estava tendo crises de birra terríveis e que aquilo não era normal. Chegou a pedir que voltássemos antes.

Meu mundo desabou!!!! Passei o telefone para meu marido porque não queria ouvir mais nada. Chorei muito, fiquei muito mal, não parava de pensar em como as coisas poderiam estar em casa. Foi muito ruim. Falei com amigas pelo whatsapp pedindo que alguém desse algum apoio ou ajuda para meus pais e uma das minhas amigas ligou em casa, acalmou o vovô e a vovó, e eu consegui falar com meu pai mais tarde. As coisas já estavam mais calmas e o que estava acontecendo é que a Nina tinha dominado minha mãe. Quanto mais birra, mais a vovó dava atenção e mais a neta dominava a situação. Conversamos então que independente do que acontecesse a Nina iria para a escola na segunda-feira.

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Domingo de manhã eu ainda estava abalada com a ligação do dia anterior. Pensei e refleti muito e as coisas melhoraram.

E então a Nina foi para a escolinha na segunda, na terça e na quarta e as coisas começaram a melhorar, apesar da choradeira para ficar na escolinha ser constante. O resfriado também melhorou e ela passou a dormir e comer melhor.

Voltei na quinta-feira a noite e a Nina já estava dormindo. Compartilhamos cama com ela e na sexta de manhã ela acordou como se estivesse em um sonho. Parecia que não entendia direito o papai e a mamãe estarem ali, logo começou a nos abraçar, nos beijar e a falar e contar o que tinha acontecido enquanto estávamos fora. E como ela estava falante e crescida!!!!! Palavras que ela falava em código e só eu entendia já eram pronunciadas perfeitamente!!!! Minha bebê tinha crescido e se desenvolvido muito nesses dias.

Segundo meus pais, ela não estava acordando com aquele bom humor nos dias anteriores e isso me abalou um pouco.

Como eu tinha muita coisa para fazer em casa, mala para desfazer, optei por levar na escolinha. O meu marido levou e ela chorou muito para ficar, mas depois passou o dia bem. Aproveitemos muito o final de semana e ela está super grudada em nós, principalmente em mim. Fala diversas vezes por dia: a minha mamãezinha chegou. Agora eu vou ficar com a mamãe, a vovó já foi embora.

Mas todos os dias pergunta pelos avós também.

Bom, contei tudo isso para poder concluir algumas coisas e fazer algumas reflexões sobre essa experiência.

Valeu a pena? Sim, valeu muito a pena!!!!! Há tempos que eu não conseguia descansar, comer com tranquilidade, namorar, relaxar… Noronha é realmente um paraíso e todo mundo devia ter a oportunidade de conhecer aquele lugar. Tem algo que rola no ar que não dá para explicar. É fantástico!!!! Vou fazer vários posts para vocês com todas as dicas de lá.

Mas se me perguntarem se eu faria uma viagem dessas de novo, a minha resposta hoje seria: eu não sei se no futuro, mas se tivesse que planejar hoje a próxima, não quero, pelo menos nas condições que essa viagem aconteceu, pois acho que essa minha conclusão se deve a alguns pontos que acredito que foram aprendizado e que valem para quem ainda não teve essa experiência:

* Vendo a Nina agora que retornei, apesar de ter achado que ela ficou bem sim, mesmo sentindo saudades, acho que ela não estava preparada para tantos dias longe de nós. Ela está supre acostumada a passar o dia longe de nós, mas na escolinha, não com outras pessoas, por mais que essa pessoa fosse a vovó que ela tanto ama!!!! Se tivesse que voltar ao tempo teria feito as coisas em doses homeopáticas. Deixaria passar um final de semana com a vovó (que seria quem ficaria com ela durante a viagem), depois uns 3 dias, depois uma semana, e repetiria esse processo por algumas vezes, até ter certeza que ela ficaria bem e entenderia que a ausência não é algo que duraria para sempre. E se na primeira vez que eu tentasse achasse que ela não tinha ficado bem, adiaria os planos. Acho que esse foi um dos meus principais erros, achar que a Nina estava preparada, quando na verdade ela não estava.

* Me arrependi de não ter sido um pouco mais “neurótica” e ter insistido para que ela fosse para a escolinha todos os dias. Imagine a cabecinha dela. Sem mãe, sem pai, sem escola, fazendo coisas que normalmente a mamãe não deixa, mas a vovó deixava. Enfim, a vidinha dela virou de ponta cabeça!!! Que fique claro que eu não culpo minha mãe por nada, de forma alguma!!!! Ela deu o melhor dela pela minha filha e não podíamos imaginar que a situação ficaria tão “fora do controle” como ficou, com uma criança no auge dos seus terrible two enlouquecendo a avó. Avó mima mesmo, e acho saudável a criança saber que com a vó pode e com a mãe não pode. Não posso jamais cobrar uma atitude diferente da minha mãe, pois ao ver a Nina chorar e não estar acostumada com crises de manha e birra ela fez o que achou melhor. Mas eu tenho certeza que se a rotina da escolinha tivesse sido mantida, nem que por meio período, minha mãe não teria ficado tão cansada e desgastada e as coisas seriam melhores.

* O sinal de internet e celular em Noronha é terrível!!!! Você pode ficar na melhor pousada da ilha, mas o sinal é a mesma coisa. Eu conseguia internet na pousada e em horários específicos para conversar só por texto. Skype ou Facetime era fora de cogitação. Ou seja, foram dez dias sem nem olhar a carinha da Nina ou ela olhar a nossa!!!!! Acho que se tivéssemos nos falado poderia ter amenizado um pouco a situação… ou não né? rs. Vai que a saudade explodia…

* Quando escolhi Noronha, achava que era um lugar inviável para levar uma criança de dois anos de idade, mas assim como NY, não é que o lugar é inviável, é que com criança você deixa de aproveitar algumas coisas de adultos. Só que cada criança que eu via brincando na praia, correndo, pulando no mar, me lembrava a Nina, e aí parecia que estava faltando um pedaço para tudo estar completo. Com minha sogra e meu sogro com nós, seria possível ter levado ela sim, mas não teríamos aproveitado com tranquilidade como aproveitamos. Porém, acho que o fato de ver crianças da idade dela se divertindo por lá também mexeu comigo, pois um dos critérios para a escolha do destino foi: um local que não levaríamos a Nina.

Gente, não quero desencorajar ninguém que ainda não viveu a experiência de viajar sem os filhos. Mas acho que tinha que compartilhar alguns pontos que não levei em conta quando planejei essa viagem e que se tivesse pensado acho que teria sido melhor do que já foi. Porque repito, foi bom sim, foi maravilhoso! Eu precisava viver essa experiência, eu precisava saber como seria. Vivi dias lindos e inesquecíveis, mas a volta me apertou um pouco o coração. Do fundo do coração vou confessar que rolou aquela culpa, pois acredito que a Nina está passando por um processo de ansiedade de separação e readaptação à vida comigo e com o papai em casa, sem entender direito que mamãe e papai não vão mais ficar longe nos próximos dias.

Posso até estar sendo dura comigo e estar me culpando por algo sem sentido. Pode ser que daqui um tempo mude de opinião, mas escrevi esse post emocionada, de coração aberto. Fico me perguntando se sou a única mãe do universo que sentiu tudo isso em viajar sem os filhos, porque dos relatos que vejo é tudo tão perfeito. Ou será que para quem tudo é perfeito não teve esses “percalços” no meio do caminho? rs

E por enquanto, que fiquem as boas lembranças daquele paraíso e o planejamento de uma próxima viagem, mas dessa vez, com minha pequena :-)

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Estar junto com ele é maravilhoso, mas com ele e com a Nina é melhor ainda!

Boa semana!!!

beijos – mari

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19 comentários

  1. Adriana comentou:

    Oiii Mari!
    Adorei seu post! O relato da sua experiência está incrível e tenho certeza que ajudará muitas mamães!
    Eu tenho um bebê de 8 meses, e hoje eu digo com TODAS as letras que não viajaria sem ele, não me imagino me divertindo num lugar sem ele…eu sofreria muito mais com a separação do que ele mesmo, rsrsrs…
    Por enquanto estou ensaiando um cineminha com meu marido e claro que vou ter que deixá-lo com a vovó também, rs

    PS: A Nina é a cara do papai :)
    Beijos

    1. Dri, eu de verdade não sofri enquanto estava lá (só no dia da ligação que foi punk), mas a volta tá pior viu. Cineminha e jantares já rolaram várias vezes e sempre foi tranquilo. Não acredito que vc acha a nina a cara do pai.kkkkkkkkkkkkkkkkk Beijão

  2. Bruna comentou:

    Mari, adorei o desabafo.. É ótimo qdo conseguimos organizar o pensamento e concluir algo. Como te falei, acredito que a viagem valeu pois vc precisava vivenciar isso, pra saber se repetiria ou não. Aos pouquinhos a Nina vai entendendo que mamãe e papai estarão sempre com ela. Dê tempo ao tempo.. Beijão

  3. christiane comentou:

    Oi mari, acho que deveria sim ter ido, o que eu acho é que a nina não está acostumada a ficar com outras pessoas, ai foi o erro… Mesmo que essa pessoa seja sua mãe… Deve deixar mais ela nos finais de semana com os avós, assim ela se sentirá ma
    Is segura em uma próxima… Vc está pensando em ter outro bb? Que legal… Quando nos vimos pela ultima vez, na sua casa, com a paty e o guilherme panuncio, lembra? Num almoço? Eu estava grávida… O pedro tem agora 2 e 7, e já tive outro, o João ,agora com 3 meses… Vc não sabe como é complicado… Deveria fazer um debate sobre o assunto…kkk meu principe se transformou… E nossas vidas tbm… Meus dois bbs são minga vida, mas… Não me lembro do meu ultimo banho tranquila… Estou sem trabalhar, coloquei mensalista na minha casa pra me ajudar, pq babá não deu certo e o pedro não quer mais ir de jeito nenhum na escolinha…. Não é pra te desanimar,só pra te preparar… Coragem…. Kkk bjsss

    1. Chris, lógico que lembro!!!! Eu tenho consciência sim das dificuldades que poderão vir com um segundo filho, mas isso não me desanima não. Tenho tentado viver um dia por vez e não criar expectativas para não me frustrar sabe? Mas não acho que será um mar de rosas não…rs. Beijão!

      1. christiane comentou:

        Jamais pensei em desanima la, só foi um comentário… Boa sorte, desejo de coração tudo ds
        bom pra vcs… Bjs

  4. patricia comentou:

    Ma muito emocionante o relato. Acho q vc conseguiu colocar em palavras seus sentimentos e angústias. Nada acontece por acaso, essa viagem tinha que acontecer dessa forma. Tudo de bom e nao bom ficam como experiencia. Bjooooo

    1. Que saudades Paty! Você tem razão. A experiência foi uma das coisas que mais valeu!!!! Beijos para você e o Miguelito :-)

  5. Renata alvim comentou:

    OI mari!! Primeiro quero dizer que voce escreveu o texto de forma clarA, com o coracao mesmo e entendi o que Sentiu!
    Segundo é uma experiencia minha, Meu marido precisou ir pro cHile a traBalho na epoca do inverno ano passado e quis que fosse com ele, so que minha filha tInha 9 meses, falei com a pediatra sobre o que ela poderia me orientar, entao ela me disse uma coisa que nunca maS vou esquever. Ela me perguntou, la no chiLe nasce criancas e tem bebe!? Disse sim, entaO ela Logo falou, claro que pode levar sua filha, so agasalhe bem ela e tome tais cuidados que ela prescreveU! Entao fui sem pensar duas vezes! Fomos no vale nevado, caiu neve, foi lindo, e nesse tempo Todo isabelle dormiu no sliNg! Quero dizer isso por que nao ha um lugar do qual voce nao possa levar seU/sua filho (a) so tera alguns limites dependendo das atividades Que deseja realizar! Enfim!!! Nao tenho duvidas de que aproveitou e foi bom sair sem a Nina, voces dizeram que precisavam e É sem duvida merecido! Mas na minha opNiao acho que é tao bom estar com nossos filhos que deixaria pra viajar sEm a minha so quando ela nao quisesse ir mesmo para ficar na casa de uma amiguinha ou na casa da vovó!!! Tambem acho que essa fase teste de falou de ir experimento a ausencia Dos pais ao poucos é super valida!!! BeijOoos

    1. Sim!!! Concordo com você. É possível levar crianças para qualquer lugar, mas achava que com a Nina não conseguiria aproveitar quase nada, e estando lá acho que não seria bem assim. Mas a experiência foi boa e válida, principalmente pelos aprendizados que trouxe :-) Beijão

  6. Gabriela tefili comentou:

    Ai Mari, Me emocionei varias vezes lendo seu post. Nao consIgo ne inaginar tantos dias longe da mInha pequeNa agOra. Nao sei se porque NAo tEnho a ninga mae e minha sogra p ficar com Ela… Acho q qdo ela tiver
    Maior (tipo uns 4/5 anos) e entEndimento das coisas vou CONSEGUIR!

    1. Gabi, faça só quando você achar que está preparada. Eu achei e continuo achando que EU estava preparada, mas talvez a Nina não estivesse. Beijos!!!

  7. Silvia fagundes comentou:

    oLA MARI.. em primeiro lugar, adoro seu blog, sua sinceridade.. quando isabele nasceu falei que não a deixaria de jeito nenhum.. mas quando estava preste a completar 2 anos surgiu a ideia de uma segunda lua de mel, já que esses 2 anos foram punk (familia morando longe, nós trabalhando muito.. ) mas fiz questão de deixar minha pequena na casa da minha mãe e não na nossa casa, no meu coração de mãe achei melhor assim, pois em casa é a nossa rotina e ela com certeza perguntaria da mamãe e papai como está acostumada. porém na vovó não, outro ambiente (que está acostumada mas vai a cada 3 meses pela distancia). no primeiro dia da viagem isabele pegou uma infecção intestinal e quase foi internada, quando vovó me contou claro a pequena estava bem, quase surtei querendo ir embora, mas vovó me acalmou e ficou tudo bem. outro ponto que fizemos questão foi ir de carro e ter autonomia caso NECESSÁRIO voltar antes do previsto, já que trocar uma passagem de avião de ultima hora não é nada barato e não pense que nosso destino era perto não, somos de cuiabá-mt, pequena ficou em campo grande-ms e fomos a gramado-rs (kkkk).. estou escrevendo tudo isso apenas pra dar a minha humilde experiencia para quem pensa em sair uns dias sem babys, ajuda muito sair da rotina acredito ir para o ambiente da vovó foi muito bom pois lá vovó e vovô, tias e primas deram atenção, distração e muito mimo… beijos ..

    1. Oi Sil, obrigada pelo carinho :-) Super válidas suas dicas também. Obrigada por compartilhar sua experiência. Beijão

  8. dayane Morgon comentou:

    Mari…eu passei por isso quando fui fazer a cesárea do meu segundo filho. O thomas, de 3 anos, sofreu muito com a separacao de 2 dias e para a readaptacao. E olha que ele foi visitar no hospital. Nao tinha coragem antes e, muito menos agora, de viajar sem os dois. Beijos.

  9. patricia comentou:

    te sigo no inst. e me emocionei com sua história,vc foi corajosa de deixar sua menininha ,eu não tinha esta coragem,mas cada um pensa de um jeito,e minha mãe tbm jamais ficaria com minha filha,qdo vc falou que ela acordou e estava com vcs na cama me emocionei,ela tem a idade da minha filha,achei muito lindo ela desenvolver a fala assim,parece que desenvolve de um dia por outro,muito legal sua história…

  10. Cristina R. comentou:

    oI, MARI! qUANTOS ANOS A NINA TINHA? TAMBÉM FICO MUITO INSEGURA DE SABER A IDADE DE DEIXA-LA PARA VIAJARMOS EU E O MARIDÓN. (TENTEI ESCREVER SEM CAPS LOCK E NÃO CONSEGUI, DESCULPE!)