Seja Bem Vinda Neima!!!

Gente, vocês acreditam que o post de hoje é o centésimo do blog?????? Quando vi nem acreditei!!!! 100 posts!!! É muita coisa não é? Super obrigada por estarem comigo por aqui até agora!!!! Sem os comentários e incentivo de vocês, com certeza eu não teria motivação para continuar escrevendo. E que venham mais 100, mais 1.000, mais 10.000!!!!! Uhuuuuuuu!!!!!

E como marco desse dia, quero apresentar para vocês, a mais nova colunista e parceira do blog, a Neima. Acredito que com ela, nosso time de colunista está fechado por um tempo, e teremos muitos posts legais e com visões diferentes da minha para vocês.

Vejam como o mundo é pequeno. A Neima se formou na faculdade na mesma turma que o meu marido, e o reconheceu por uma foto no Instagram. Começamos a nos falar, estreitarmos nossos laços, e vimos que existia uma grande oportunidade dela agregar por aqui.

Como a tag Uso e Recomendo é super bem aceita por vocês e não consigo testar nem parte do que existe disponível no mercado, a Neima vai nos ajudar com isso. Ela vai falar de produtos testados e aprovados que eu ainda não usei.

Além disso, a Neima é mãe de um menino, o Gustavo. E como eu e as nossas outras parceiras – Cari e Lari – são mães de meninas também, a Neima tem outras experiências com a maternidade. Então, se as mamis de meninos quiserem posts sobre este universo, podem mandar sugestões também que a Neima nos ajuda. Né Neima? rsrsrsrsrsrs

E hoje, ela se apresenta para vocês!!!! Seja bem vinda Neima!!!!

NeimaGustavo

“Olá, mamis! Sou a Neima, mãe do Gustavo, esposa do Adriano, advogada (temporariamente afastada do mundo jurídico até pelo menos a chegada do(a) segundinho(a)) – J – e a mais nova colaboradora do Mami E Mais. Fui carinhosamente convidada pela Mari a escrever sobre produtos do universo infantil, então caso vocês tenham sugestões de algum item em especial que desejem ver por aqui nos próximos dias, é só deixar nos comentários!

Nesse primeiro post, vou falar um pouco sobre mim. Nasci em SP, mas um tempinho depois que minha irmã do meio nasceu (em casa somos em 3 irmãs – coitado do meu pai, rs), meus pais decidiram mudar para o interior, para nos proporcionar uma maior qualidade de vida. Passei quase toda a minha infância em Rio Claro, mas só voltei mesmo para fazer cursinho. Nesse ano, estudei bastante e passei na FADUSP (Faculdade de Direito da USP). Depois de formada, comecei a advogar e no decorrer de alguns anos percebi que seria muito difícil conciliar minha carreira com o desejo de construir minha família. Então, depois de muita reflexão, decidi sair do escritório e me aventurar nos concursos públicos.

Porém, nesse meio tempo eu perdi minha mãe, em decorrência de problemas de saúde. Quando isso aconteceu vi-me completamente perdida, sem a minha grande companheira. Porque além de MÃE, ela sempre foi a minha melhor amiga. Mas, como dizem, por maior que seja a dificuldade, temos de seguir em frente, e não me restou outra alternativa. “Superação” e “sobreviver” são as palavras que definem uma família que perde um de seus alicerces.

Depois de quase um ano, com a minha “rotina” seguindo, eu me vi diante de um dilema: meu desejo de ser mãe estava gritando já há uns bons meses. Mas e a carreira? Eu desejava muito um cargo dificílimo de ser alcançado e não havia nem sinal da publicação do próximo edital desse concurso. Conversei muito com o marido, com a minha ginecologista, pensei na minha idade (na época eu estava com 32 anos) e na minha vontade de ter pelo menos 2 filhos, e resolvemos: iríamos começar a tentar e “ver no que dava”. Só que o resultado veio rápido: eu engravidei praticamente de primeira.

Passado o susto de tudo ter acontecido tão depressa, veio a ansiedade de saber se seríamos pais de um menino ou de uma menina. Detalhe: eu nunca sequer tinha pensado em ser mãe de menino. Lógico que eu sabia das possibilidades, mas a ficha só caiu quando vi o resultado do positivo. Eu estava grávida, logo, realmente poderia ser mãe de um menino… E como seria? Eu só tive irmãs, nunca tive contato muito próximo com bebês meninos, nunca havia trocado fralda de menino. Nessa hora começou a bater algo parecido com desespero, rs. Aí eu pensava na minha mãe, que sempre dizia que o meu primeiro filho seria menino… – e pensava: será?

Pra tirar a dúvida, assim que chegou a 8ª semana da gestação fomos ao laboratório para fazer a sexagem fetal. O resultado veio e agora era certo: eu seria mãe de um menino!!! O marido abriu um super sorriso e eu fiquei lá, com cara de tonta. Fiquei totalmente sem reação. O susto demorou uns dias pra passar, acho que só depois de umas 2 semanas eu comecei a me acostumar com a idéia. Eu, que sempre tive uma listinha de “nomes para meninas”, ia ter que me virar pra descobrir “o” nome do baby…

Que fique claro que não senti nenhuma rejeição ao ver o resultado do exame. Foi susto mesmo, fui pega totalmente desprevenida (sei que isso é impossível, mas de fato eu não contava – mesmo – com essa possibilidade à mãe louca, rs)!! Eu achava que não saberia cuidar de um menino, brincar com ele (apesar de eu ser meio moleca, uma coisa é gostar de brincadeira “de menino”, outra é ser mãe de um, rs), educá-lo. Mas o amor vinha antes de todas essas dúvidas e, mesmo em choque, ele já era muito amado.

Mas a barriga foi crescendo, vieram os preparativos do enxoval, a transformação do quarto, a viagem para comprar as coisinhas dele, a escolha do nome (como é difícil essa tarefa – quanta responsabilidade, né?), tudo isso serviu pra me acalmar. E no fim das contas eu estava era adorando estar grávida de um menino!

E enfim chegou o grande dia: na madrugada do dia 02-04-13 (aniversário de casamento dos meus pais) eu entrei em Trabalho de Parto, que graças a Deus evoluiu bem e eu pude ter o meu tão desejado parto normal. Aqui posso dizer com segurança que aquela história de que a gente esquece o “sofrimento” do Parto Normal (eu particularmente não considero sofrimento, mas sim uma experiência inesquecível) é de fato verdade: toda a dor que senti simplesmente sumiu assim que vi e peguei o Gustavo no colo.

Hoje ele já tem 9 meses e eu estou totalmente “adaptada” na função, rs. Ele é um menino lindo, carinhoso, super esperto (mãe coruja, eu? J) e como qualquer mãe eu estou completamente apaixonada! O fato de ele ter nascido exatamente num dia tão importante para os meus pais me faz ter certeza de que ele foi um presente da minha mãe para a nossa família, para nos fazer felizes de novo.

Somente depois da chegada dele é que eu pude entender quão grande é o “amor de mãe”. Às vezes eu me pego emocionada ao perceber que todo o imenso amor que eu sinto por ele é o mesmo que a minha mãe sentiu por mim e pelas minhas irmãs. Ser mãe de menino é ver a vida com “olhos azuis”, e eu garanto que sair do mundo cor-de-rosa vale muito a pena!

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10 comentários

  1. Sarah Gutterres comentou:

    Mari adorei essa ideia de uma colunista mãe de menino, como falei em um comentário a uns 2 meses atras estou grávida, agora de 5 meses e meu bebê é um menino, Isaac vai ser seu nome.Sempre gostei de ler o blog pelo fato da troca que temos e aprendemos com a sua experiência, mas agora preciso mergulhar nesse universo azul, rss Como a Neima tbm sou de uma família aonde as mulheres prevalecem, tenho 2 irmãs e muitas primas, sempre gostei de brincadeiras que são de determinada como “de menino” mas criar um é um desafio a parte rs Mas to amando a ideia de ser a única menina, vou ter agora o papai e meu filho pra me paparicar.
    Seja bem vinda Neima, sua presença será de grande valia.

    Bjos em vcs e nas crianças ♥♥♥

    1. Eba! Que bom que gostou Sarah!!!!! Eu sempre tento ajudar em termos gerais, mas acho que a visão de alguém que vive no mundo azul é sempre bom né? Beijos

    2. Neima comentou:

      Sarah, eu tb adorava brincadeiras de “menino”, sempre fui mais pra “moleca” do que pra “princesa”. Isso deve ajudar a entender nossos babies, né?
      Obrigada pelo carinho e parabéns pelo Isaac!

  2. Sara comentou:

    Seja bem vinda Neima!! Que bom ter uma mãe de menino por aqui… também vejo o mundo em azul, rsrs… meu menino tem 6 meses. Fiquei curiosa pra saber o nome do seu bebê.
    Eu me identifiquei com sua história, nunca imaginei que teria um menino, na verdade eu não fazia escolha, eu brinquei a vida toda com bonecas, aí seria natural esperar uma boneca mas, Deus me deu um bonequinho lindo!!! rsrs

    1. Sara, o nome do príncepe da Neima é Gustavo. Fiquei feliz em saber que vocês gostaram da nossa nova parceira. Beijos

    2. Neima comentou:

      Oi, Sara, obrigada pelo carinho.
      Bjs!

  3. Márcia Sampaio comentou:

    Bem vinda Neima!
    Márcia Sampaio

    1. Neima comentou:

      Márcia, obrigada! Espero que nos encontremos bastante por aqui.
      Bjs!

  4. Caroline Montingelli Coelho comentou:

    Bem vinda Neima…
    Pra mim tb foi uma surpresa enorme receber a sexagem com um MASCULINO… Todos, sem excessões, até meu marido achava que era menina, tinha uns q falavam com tanta convicção que apostava dinheiro, kkkk!
    Mas desde o dia que descobri a gravidez cobrei o meu marido a ter nome de menino tb, afinal a lista de menina já tinha! Escolhemos o nome, mas só conseguimos bater o martelo depois de ler o resultado da sexagem, kkkk! Se bem que ainda estou aguardando o primeiro ultra morfologico pra ver se a médica confirma, kkkk! Eu sempre tão a favor da sexagem, não achei que ela me traria essas incertezas!
    Bjinhos!

    1. Neima comentou:

      Carol, obrigada!
      Pelo que me lembro o resultado da sexagem é certeiro, rs. A chance de dar algum erro é mínima.
      Bjs!